A porta.
Membrana semi-permeável.
Seletiva.
Abre-se
e abraça ao permitir-se.
Fecha-se
e declina a proibição.
Deus Janus, sem nuca
duas faces opostas
ao presente? ao passado?
olham para fora
e dentro
como uma porta.
Para fora, densos signos
símbolo-anúncio.
Para dentro, a secura do liso
como olhos despidos da utopia,
ser porta na face de dentro
guarda a sinceridade de olhar-se
e ver-se.
Onde está
loucura?
Nos adornos que me
negam!?
Na autossinceridade que me
condena!?
No desespero que bate à porta.
A porta... tem seu lado de fora, tem seu lado de dentro...
ResponderExcluiraté
Olá Jorge!
ResponderExcluirObrigada pela visita, venha sim mais vezes!
Essa porta que você me diz me levou ao olhar, como se fossem o olhos a verem loucuras e desesperos..mas também ele pode ver o que ninguém consegue ou talvez belezas que alguns apreciam.
Gostei bastante!
Juliana
Está é a porta da felicidade.
ResponderExcluirPodemos deixar a loucura hora do lado oposto, hora do mesmo lado. A sinceridade não bate a porta, ela vai na consciência de cada pessoa.
Beijos!