sábado, 1 de outubro de 2011

poucalegria

a Raíza,minha amiga e crítica preferida destes versos capengas



Ser feliz é, então, questão
de ser?
Abraço a efêmera alegria iluminada
E
  es
     ca
         pa
então escrevo.

Raro o instante
em que - coff!coff! -
mal tusso e me cai
alegria dos bolsos.

Superfície.
A alegria é um
descuido.
A ópera distante de dragões
que descem nos trovões.
É a alegria raio
       breve
             avassaladora
      eterna
               no verso.

Quero da vida
alegria
como se quer do suicídio
a morte.

2 comentários:

  1. É, tas melhorando :P Mas ainda espero o dia em que teus poemas arrancarão sorrisos ;)

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